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D’onde vem energia tanta
Que põe ímpeto em tuas veias?
D’onde surge essa fúria santa
Para ires onde anseias?
D’onde flui a ancestralidade
Que a ti trouxe o fogo príncipe?
D’onde virá essa verdade,
Ápice vivo dessa cúspide?
Vem de remotas vivências;
Complexa genealogia
Intrínseca nos passados teus;
E essa vem da transcendência,
Da luminosidade que guia
Que acostumaste a chamar de Deus.
Frederico Salvo
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Direitos efetivos sobre a obra.
Um comentário:
Uma energia suave, quente que amadurece os sentidos.
Lindo poema, linda imagem
Beijos meus
Dolores Marques
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