18.7.09

Como pena aos sabores do vento



Meus poemas são cartas que vão
Como pena aos sabores do vento;
N’outras terras outras almas são,
N’outros olhos, o seu complemento.
Nas nuances de outras culturas,
No crisol de emoções estrangeiras,
No caótico ser das misturas,
Espontâneas missivas maneiras.
Neles vão a intenção mais sincera,
Seja em fato real ou quimera
Do que trago em mim por enquanto.
Eles são a expressão transparente
Do que a alma me traz no presente
E os versos me dão por encanto.


Frederico Salvo
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Direitos efetivos sobre a obra.

4 comentários:

Liliana G. disse...

¡Y cómo lo has logrado amigo! Tu verso llega a todas las latitudes, a todos los idiomas que son los idiomas de la poesía, de la amistad y del cariño.

¡Enhorabuena, Fred!

Un cariño inmenso.

Osvaldo disse...

Caro Frederico:

Quando os versos dão por encanto, é a certeza que a poesia mora dentro de nós e o Frederico é uma verdadeira nascente onde nascem maravilhas poéticas que voam como penas ao sabor do vento...

Nunca é demais dizer; como são belos seus poemas, caro Frederico.

Um abraço,
Osvaldo

angel disse...

Meu caro Frederico
Não são só os poemas que voam frágeis ao sabor dos ventos. Nós também somos apenas um sopro nesta existência. Precisamos fazer com que nossas vidas sejam tão coloridas e perfumadas e repletas de tal modo que quando passarmos ao outro lado da vida,alguém há de sentir um vazio. Alguém que ocupou um lugar e que, agora invisível na presença, ainda ocupa seu espaço por inteiro, mesmo que seja dentro de um coração apaixonado ou de uma lembrança amiga.
Abraço poeta.
Angel

REGGINA MOON disse...

Do que trago em mim por enquanto.
Eles são a expressão transparente
Do que a alma me traz no presente
E os versos me dão por encanto.

Voce tem esse dom do "encantamento"...

Parabéns Frederico,

FELIZ DIA DO AMIGO!

Beijos,
Reggina Moon