
É a única e mais pura verdade.
É saudade transformada em vulto,
É a tua mais intensa vontade.
Minha alma, que de ti faz morada,
Sabe bem qual é a cor do desejo,
Não se deixa prosseguir enganada;
Com mentiras, é de pouco traquejo.
Sei que dói a lancinante ferida
Que jamais se aquietou esquecida
A arder freqüentemente em meu peito.
Posso até querer seguir enganando,
A mim mesmo oferecer fogo brando,
Mas a ti, meu coração, não há jeito.
Frederico Salvo
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Direitos efetivos sobre a obra.
5 comentários:
Tus versos muestran lo que tu corazón oculta. Imposible no ver a través de él.
¡Bellísimo!
Besos,amigo.
"A mim mesmo oferecer fogo brando"
Lindo!
Pistas em versos ,vestígios da vida.
A leveza com que assiná-las a tristeza.Lindo!
Com carinho,
Cris
Oi Frederico,
Um lindo soneto, muito bem construido.
Beijos
MARY
Frederico, vim parar em sua página por acaso e me encantei com seus versos.
Esse seu poema é lindo e está em perfeita sintonia com essa imagem.
Deixo meus sinceros parabéns e de agora em diante estarei sempre a ler suas pistas, lindo poeta.
Abraço
Clarisse
Um local bem aconchegante qua a alma escolhe, para ser num mundo, onde tudo acontece... até mesmo sofrer...
Beijinho meu
Dolores
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