
Matando minha desértica sede;
Tecendo com teu fio a minha rede,
Costurando como fazem os tecelões.
Faço de ti a minha companhia,
Afoga-me no âmago a solidão,
Transformo em deleite meu momento vão
Debaixo desta sombra. Poesia:
Vens a mim como bálsamo benigno,
Entrego-me à força do teu signo.
Tu és a maestrina desta pena
Que escreve minha louca aventura,
Que traz a esperança e que procura
Fazer a minha dor ficar pequena.
Frederico Ssalvo
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Direitos efetivos sobre a obra.
2 comentários:
Siguiendo tus pistas me pierdo en tus sonetos y en la maravillosa fuerza que brota de tus versos.
Siempre es un placer leerte.
Un gran cariño, amigo.
Ela tem o poder de Atenuar...
Poema belo e harmonioso!
Deixo um grande Abraço!
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