
Esse jeito teu, esse teu corpo
A luzir em movimento raro
Faz perder o ar. Tão absorto
Trago o olhar ardente a por reparo
Nos teus pés e mãos, nesse teu colo,
Nessa boca dona d’um sorriso
A zombar de mim porque me coro
Só por ver teu todo tão preciso.
Contagia a tudo essa presença
Tão bem-vinda quanto a renascença
A trazer-me a luz que não me ilude.
Faz eterno parecer o tempo,
Traz ao peito meu, contentamento;
Quero em ti o amor que nunca pude.
Frederico Salvo.
2 comentários:
Eu vou te contar, viu! Tem vezes que vc me faz perder o fôlego e o sentido de direção...rs...vai escrever assim lá onde Fernando Pessoa perdeu o chapéu...rs..bjo da sua fã.
Minha querida amiga Helen.
Sua energia chega até aqui sem máximo esforço. Vem fácil. E posso sentir daqui o que ela traz de positivo. Agradeço demais o seu comentário.
Obrigado e um enorme beijo desse seu amigo.
Frederico
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